sábado, 13 de setembro de 2008

Sem título


Altas horas da noite, e ela ali
Não podia dormir
E ele pensava que poderia não importar
E mesmo assim perdeu o sono
Ela andou sozinha pelas ruas escuras
Se sentindo grande
E ele olhava o teto
Pensando nela
Ela parou num bar e bebeu um pouco
Sua sede talvez fosse de outra coisa
Ele não agüentou e saiu
Decidido, foi procurá-la
Ela sentou-se numa pedra olhando a lua
Brilhava ela como seus olhos
E ele a encontrou sonhando acordada
Com aquele momento
Talvez hoje, pouco exista dos dois
Nunca se soube o que aconteceu
Mas foi assim que ouvi dizer
Quanto àquele caso
De um louco e profundo amor.

Um comentário:

Lana disse...

Marcinha minha querida...
se essa jovem poeta chegar pelo menos, aos mindinhos de seus pés!
ja estarei feliz por ter absorvido um tiquinho do seu talento! :D