segunda-feira, 7 de julho de 2008

Sentimento


Percepção das cores, das formas, dos gostos
Volta a mim o sentimento de onipotência
A vontade de seguir em frente
E tudo isso só de te ouvir falar meu nome
A princípio era previsível
Mas creio que o controle foi perdido
Nem sempre isso é ruim
Ainda mais para alguém como eu
Que sempre tomei as rédeas das situações
Me deixo solta, aberta
De um jeito que nunca havia experimentado
E nessa abertura percebo que o mundo
Nada mais é do que algo finito
Que posso pegar e soltar quando quiser
Como um brinquedo qualquer
Para uma criança que acaba de aprender que a vida é simples
Dentro da complexidade do elemento amor.

Um comentário:

Lana disse...

:S Presciso comentar alguma coisa amiga poeta !?
^^,

PArabens pelo seu talento.... ainda jovenil, porem nunca imaturo! ^^.